No 4T25, a Dívida Bruta da Companhia totalizou R$ 11.149,2 MM, 6,9% maior que o trimestre anterior. O caixa da Companhia ficou em R$ 1.325,5 MM, registrando um aumento de 19,0% no trimestre e resultando em uma dívida líquida de R$ 9.823,6 MM, 5,5% maior que o 3T25.
O aumento de 19% no Caixa e Aplicações no trimestre é explicado principalmente pela 20ª emissão de debêntures da TAESA no valor de R$ 600 MM, pela geração de caixa e recebimento de dividendos das participadas. Estes efeitos foram compensados, em parte, pelo pagamento no valor de aproximadamente (i) R$ 215 milhões em juros e amortização referente a 2ª, 6ª, 8ª, 10ª e 12ª emissões de debêntures da TAESA, (ii) R$ 423,1 MM em Capex no trimestre, e (iii) R$ 378,9 MM em proventos pagos em novembro de 2025.
Consolidando proporcionalmente as empresas controladas em conjunto e coligadas, o total da dívida bruta seria de R$ 13.954,9 MM e o caixa de R$ 1.568,3 MM, considerando os seguintes valores: (i) dívidas da TBE no montante de R$ 1.313,3 MM e caixa/aplicações de R$ 153,7 MM; (ii) caixa/aplicações da ETAU de R$ 7,3 MM; e (iii) dívidas da AIE (Aimorés, Paraguaçu e Ivaí) de R$ 1.492,5 MM e caixa/aplicações de R$ 81,8 MM.
Considerando a dívida líquida proporcional das empresas controladas em conjunto e coligadas, a relação dívida líquida sobre EBITDA ficou em 4,1x no 4T25, em linha ao valor registrado ao longo de 2025.















