CADASTRE-SE
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IBOV -3,08% (121.801,00)
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TAEE11 -0,26% (38,00)
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DOLCOM 2,28% (5,20)
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IGP-M 30,00% (0,78)
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IPCA -36,10% (0,53)
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IEEX -2,25% (78.148,00)
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IBXX -3,41% (52.633,00)
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IGCX -3,23% (20.268,00)
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Relações com Investidores

Atualmente a TAESA detém 39 concessões de transmissão: (i) 10 concessões que compõem a empresa holding (TSN, Novatrans, ETEO, GTESA, PATESA, Munirah, NTE, STE, ATE e ATE II); (ii) 10 investidas integrais (Brasnorte, ATE III, São Gotardo, Mariana, Miracema, Janaúba,  Sant’Ana, São João, São Pedro e Lagoa Nova); e (iii) 19 participações (ETAU, Transmineiras e os Grupos AIE e TBE). Das concessões acima citadas, 6 estão em construção. São elas: ESTE, Janaúba, Aimorés, Paraguaçu, Ivaí e Sant’Ana.

ConcessãoCategoriaAssinatura do
Contrato
de Concessão
Redução da RAP ParticipaçãoKm*SubestaçõesRAP 20/21
(R$ MM) **
TérminoÍndice de
Inflação
Revisão
Tarifária
NOVATRANS22000jun/18 a abr/19100,00%1,2786352,5dez/30IGP-MNão
TSN22000mar/18 a jun/18100,00%1,1398325,1dez/30IGP-MNão
ECTE22000mar/1719,09%253210,8nov/30IGP-MNão
ETEO22000out/16100,00%5053105,4mai/30IGP-MNão
EATE22001fev/18 a mar/1849,98%9275130,6jun/31IGP-MNão
ETEP22001ago/1749,98%328229,4jun/31IGP-MNão
ETAU22002abr/20 a set/2075,62%188429,9dez/32IGP-MNão
PATESA22002set/19100,00%146417,4dez/32IGP-MNão
GTESA22002ago/18100,00%5235,9jan/32IGP-MNão
NTE22002jan/19100,00%383492,1jan/32IGP-MNão
STE22002jun/19 a jul/19100,00%389450,6dez/32IGP-MNão
ENTE22002fev/2049,99%459367,3dez/32IGP-MNão
ERTE22002set/1949,99%155315,3dez/32IGP-MNão
MUNIRAH22004out/20100,00%106229,0fev/34IGP-MNão
ATE I22004out/20100,00%3703115,1fev/34IGP-MNão
LUMITRANS22004out/2239,99%40212,7fev/34IGP-MNão
TRANSLESTE22004dez/2054,00%139219,3fev/34IGP-MNão
ATE II22005dez/21100,00%9424275,5mar/35IGP-MNão
TRANSIRAPÉ22005mai/2254,00%61222,2mar/35IGP-MNão
TRANSUDESTE22005fev/2254,00%140216,3mar/35IGP-MNão
ATE III22006abr/23 a mai/23100,00%4544127,7abr/36IPCANão
STC22006nov/2239,99%230419,2abr/36IPCANão
BRASNORTE32008Não100,00%402428,1mar/38IPCASim
EBTE32008Não74,49%782736,4out/38IPCASim
ESDE32009Não49,98%-17,2nov/39IPCASim
ETSE32012Não19,09%-24,1mai/42IPCASim
SÃO GOTARDO32012Não100,00%-15,5ago/42IPCASim
SÃO JOÃO32013Não100,00%413249,8ago/43IPCASim
SÃO PEDRO32013Não100,00%494646,5out/43IPCASim
MARIANA32014Não100,00%82216,4mai/44IPCASim
MIRACEMA32016Não100,00%90367,9jun/46IPCASim
EDTE32016Não49,99%165335,2dez/46IPCASim
AIMORÉS32017Não50,00%215240,4fev/47IPCASim
PARAGUAÇU32017Não50,00%338260,4fev/47IPCASim
ESTE32017Não49,98%237257,2fev/47IPCASim
JANAÚBA32017Não100,00%5423197,7fev/47IPCASim
IVAÍ32017Não50,00%5935149,8ago/47IPCASim
LAGOA NOVA32017Não100,00%28212,9ago/43IPCASim
SANT’ANA32019Não100,00%590562,1mar/49IPCASim
Total13.65597***2.746,9
* Não ponderado pela participação
** Ponderado pela participação, incluindo reforços e Rede de Fronteira
*** Algumas subestações são compartilhadas por linhas diferentes

Aimorés, empreendimento em construção, referente ao lote 4 do leilão de transmissão ANEEL nº013/2015 (parte 2) de outubro de 2016, está localizado no Estado de Minas Gerais, com extensão de 215 km de linhas de transmissão de 500 kV e 2 subestações (todas acessadas pela TAESA). O prazo estipulado pela ANEEL para energização de Aimorés é fevereiro de 2022. O prazo de concessão está previsto para encerrar em fevereiro de 2047.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica ao Estado de Minas Gerais, através da linha de transmissão que irá conectar a subestação Padre Paraíso 2 à subestação Governador Valadares 6.

Essa concessão possui controle compartilhado com a ISA Cteep e sua contabilização na TAESA será realizada via equivalência patrimonial. O seu regime fiscal é o Lucro Real e possui benefício fiscal SUDENE em 80% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

ATE entrou em operação em outubro de 2005, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia que interliga as regiões Sul e Sudeste, com aproximadamente 370 km de 525kV de linhas de transmissão, ultrapassando os Estados do Paraná e São Paulo e 3 subestações (todas acessadas pela TAESA). Esta concessão possui sinergia com a ETEO. O prazo de concessão está previsto para encerrar em 18 de fevereiro de 2034.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica às regiões Sul e Sudeste, através da Interligação Londrina – Araraquara.

É a concessão própria (100% TAESA – incorporada à Holding) que possui maior nível de tensão em operação. O seu regime fiscal é o Lucro Real. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

 

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ATE II entrou em operação em dezembro de 2006, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica que interliga as regiões Norte e Nordeste, com 4 subestações (1 própria e 3 acessadas pela TAESA) nos Estados do Tocantins, Piauí e Bahia. As linhas de transmissão cobrem aproximadamente 942 km, com nível de tensão igual a 500kV, atravessando os Estados do Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia.  Esta concessão possui sinergia com Novatrans e ATE III. O prazo de concessão está previsto para encerrar em 15 de março de 2035.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica nas regiões Norte e Nordeste, através da Interligação Colinas – Sobradinho.

Esta concessão também se destaca por ter em suas instalações 3 Bancos de Capacitores Série que operam em modo fixo e 11 bancos de reatores.

É uma concessão própria (100% TAESA – incorporada à Holding) e o seu regime fiscal é o Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDENE em 85% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

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ATE III entrou em operação em abril de 2008, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica, com 4 subestações (1 própria e 3 acessadas) e aproximadamente 454 km de 230kV e 500kV de linhas de transmissão que atravessam os Estados do Tocantins e do Pará. Esta concessão possui sinergia com a Novatrans e ATE II. O prazo de concessão está previsto para encerrar em 27 de abril de 2036.

Esta concessão também se destaca por ter em suas instalações um Banco de Capacitores Série que operam em modo fixo e 4 bancos de reatores.

É uma concessão própria (100% consolidada pela TAESA) e o seu regime fiscal é o Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDAM em 100% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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Brasnorte entrou em operação em setembro de 2009. A operação se encontra no Estado de Mato Grosso, com aproximadamente 402 km de linhas de transmissão e 4 subestações (2 próprias e 2 acessadas). O prazo de concessão está previsto para encerrar em março de 2038.

O objetivo desta concessão é atender a implantação, a operação e a manutenção do serviço público de transmissão de energia elétrica da rede básica do Sistema Elétrico Interligado relativo às linhas de transmissão LT Jubá/Jauru e LT Brasnorte/Nova Mutum, ambas de 230kV, com aproximadamente 129 e 273 km, respectivamente, e subestações SE Jubá, de 300 MVA, e SE Brasnorte, de 100 MVA, ambas de 230/138kV.

É uma concessão própria (100% consolidada pela TAESA) e o seu regime fiscal é o Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDAM em 100% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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EATE entrou em operação em março de 2003. A operação se encontra nos Estados do Pará e do Maranhão com aproximadamente 927 km de 500kV de linhas de transmissão e 5 subestações (1 própria e 4 acessadas pela TAESA). O prazo de concessão está previsto para encerrar em junho de 2031.

Os objetivos  desta concessão são (i) atender à crescente demanda de energia elétrica nas regiões Norte e Nordeste do país, (ii) interligar as subestações de Tucuruí, Marabá, Açailândia, Imperatriz e Presidente Dutra, tornando-se o terceiro circuito da interligação Norte-Nordeste, e (iii) reforçar a conexão entre os sistemas elétricos Sul-Sudeste, Centro-Oeste e Norte-Nordeste, assegurando maior confiabilidade operativa do Sistema Interligado Nacional (SIN).

A TAESA possui participação de 49,98% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDAM em 100% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: TAESA (49,98%) e Alupar (50,02%).

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EBTE entrou em operação em junho de 2011. A operação se encontra no Estado do Mato Grosso com aproximadamente 782 km de 230kV de linhas de transmissão e 7 subestações (2 próprias e 5 acessadas pela TAESA). O prazo de concessão está previsto para encerrar em outubro de 2038.

Os objetivos desta concessão são atender à crescente demanda de energia elétrica na região Centro-Oeste do país, possibilitando o escoamento de energia elétrica dos diversos projetos de geração que serão implantados no Estado.

A TAESA possui participação de 74,49% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDAM em 100% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: TAESA (49,0%) e EATE (51,0%) – Participação direta da TAESA: 49,98%.

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ECTE entrou em operação em março de 2002. A operação se encontra no Estado de Santa Catarina com aproximadamente 253 km de 525kV de linhas de transmissão e 2 subestações (todas acessadas pela TAESA). O prazo de concessão está previsto para encerrar em novembro de 2030.

Os objetivos desta concessão são assegurar o fornecimento à região Leste e litoral do Estado de Santa Catarina, atender ao crescimento da demanda de energia elétrica da região Sul-Sudeste e possibilitar maior confiabilidade operativa do Sistema Interligado Nacional (SIN).

A TAESA possui participação de 19,09% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Real. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: TAESA (19,09%), Alupar (50,02%), e Celesc (30,89%).

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EDTE iniciou operação em 20 de janeiro de 2020. O ativo encontra-se no estado da Bahia, com aproximadamente 165 km de 230kV de linhas de transmissão e 3 subestações (todas próprias). O prazo de concessão está previsto para se encerrar em dezembro de 2046.

A TAESA possui participação de 49,99% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Real. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: TAESA (24,95%), Apollo (24,95%) e ENTE (50,10%) – Participação direta da TAESA: 49,99%.

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ENTE entrou em operação em fevereiro de 2005. A operação se encontra nos Estados do Pará e do Maranhão com aproximadamente 459 km de 500kV de linhas de transmissão e 3 subestações (todas acessadas pela TAESA). O prazo de concessão está previsto para se encerrar em dezembro de 2032.

Os objetivos desta concessão são (i) atender à crescente demanda de energia elétrica nas regiões Norte e Nordeste do país, (ii) interligar as subestações de Tucuruí, Marabá, Açailândia, tornando-se o quarto circuito da interligação Norte-Nordeste, (iii) viabilizar a transmissão do acréscimo da energia gerada decorrente da expansão da UHE Tucuruí e (iv) reforçar a conexão entre os sistemas elétricos Sul-Sudeste, Centro-Oeste e Norte-Nordeste.

A TAESA possui participação de 49,99% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDAM em 100% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: TAESA (49,99%) e Alupar (50,01%).

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ERTE entrou em operação em setembro de 2004. A operação se encontra no Estado do Pará com aproximadamente 155 km de 230kV de linhas de transmissão e 3 subestações (1 própria e 2 acessadas pela TAESA). O prazo de concessão está previsto para se encerrar em dezembro de 2032.

Os objetivos desta concessão são atender à crescente demanda de energia elétrica na região metropolitana de Belém e Nordeste do Estado do Pará e assegurar maior confiabilidade operativa na região.

A TAESA possui participação de 49,99% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: TAESA (21,95%), ENTE (38,01%) – Participação direta da TAESA: 49,99%, EATE (18,08%) – Participação direta da TAESA: 49,98% e Alupar (21,96%).

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ESDE entrou em operação em fevereiro de 2012. A operação se encontra no Estado de Minas Gerais com uma subestação própria que opera com 345kV. O prazo de concessão está previsto para se encerrar em novembro de 2039.

Os objetivos desta concessão são atender o crescimento de carga na região sudeste do estado de Minas Gerais e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

A TAESA possui participação de 49,98% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: ETEP – Participação direta da TAESA: 49,98%.

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ESTE se encontra em fase de construção. A operação está prevista para ocorrer nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo com aproximadamente 236 km de 500kV de linhas de transmissão e 2 subestações (todas acessadas pela TAESA). A previsão é que a ESTE inicie suas operações fevereiro de 2022. O prazo de concessão está previsto para encerrar em fevereiro de 2047.

Os objetivos desta concessão são atender ao fornecimento de energia à região central do Estado do Espírito Santo.

A TAESA possui participação de 49,98% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: EATE – Participação direta da TAESA: 49,98%.

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ETAU entrou em operação em julho de 2005. A operação se encontra nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul com aproximadamente 188 km de 230kV de linhas de transmissão e 4 subestações (2 próprias e 2 acessadas pela TAESA). O prazo de concessão está previsto para se encerrar em dezembro de 2032.

Os objetivos desta concessão são a construção, a implantação, a operação e a manutenção do serviço público de transmissão de energia elétrica denominada Campos Novos/Santa Marta de 230kV, bem como das subestações de Lagoa Vermelha 2 – RS e Barra Grande – SC e das entradas de linhas e instalações associadas a estas, localizadas nas subestações de Santa Marta – RS e Campos Novos – SC.

Essa concessão possui controle compartilhado por meio de acordo de acionistas entre a TAESA, DME Energética S.A. e Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica S.A. (“CEEE-GT”). Sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial. O seu regime fiscal é o Lucro Real. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: TAESA (75,62%), DME (14,38%) e CEEE-GT (10,0%).

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ETEO entrou em operação em outubro de 2001, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado de São Paulo, com 3 subestações (todas acessadas pela TAESA) e 505 km de linhas de transmissão de 440kV somente nesse Estado. Esta concessão possui sinergia com a ATE. O prazo de concessão está previsto para se encerrar em 12 de maio de 2030.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica à região do Estado de São Paulo, através da linha de transmissão que irá conectar a subestação Taquaruçu à subestação Assis e a subestação Assis à subestação Sumaré.

É a concessão própria (100% TAESA – incorporada à Holding) com regime fiscal de Lucro Real. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

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ETEP entrou em operação em agosto de 2002. A operação se encontra no Estado do Pará com aproximadamente 328 km de 500kV de linhas de transmissão e 2 subestações (todas acessadas pela TAESA). O prazo de concessão está previsto para se encerrar em junho de 2031.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica à região Nordeste do Estado do Pará, através da linha de transmissão Tucuruí com origem na Torre nº 9 da Travessia do Rio Tocantins do sistema de transmissão e térmico na subestação de Vila do Conde. Este empreendimento foi realizado como resultado da parceria entre o investidor privado e o setor público, sob a modalidade de leilão promovido pela ANEEL, em 2000.

A TAESA possui participação de 49,98% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDAM em 100% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: TAESA (49,98%) e Alupar (50,02%).

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ETSE entrou em operação em março de 2015. A operação se encontra no Estado de Santa Catarina, com 2 subestações próprias que operam com 525kV. O prazo de concessão está previsto para se encerrar em maio de 2042.

Os objetivos desta concessão é integrar Usinas de Geração de energia elétrica ao Sistema Interligado Nacional, bem como viabilizar o acesso ao sistema de distribuição da CELESC, além de atender à expansão do suprimento de energia elétrica à região do Vale do Itajaí.

A TAESA possui participação indireta de 19,09% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: ECTE – Participação direta da TAESA: 19,09%.

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GTESA entrou em operação em agosto de 2003, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica dos Estados de Pernambuco e Paraíba, com aproximadamente 52 km de 230kV de linhas de transmissão e 3 subestações (1 própria e 2 acessadas pela TAESA) que atravessam os dois Estados. O prazo desta concessão está previsto para 20 de janeiro de 2032.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica à região dos Estados de Pernambuco e Paraíba, através da linha de transmissão que irá conectar a subestação de Goianinha (Pernambuco) à subestação Mussuré (Paraíba).

É a concessão própria (100% TAESA – incorporada à Holding) com regime fiscal de Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDENE em 100% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

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Ivaí se encontra em fase de construção. A operação está prevista para ocorrer no Estado do Paraná, com aproximadamente 593 km de 230kV e 525kV de linhas de transmissão e 5 subestações (1 própria e 4 acessadas pela TAESA). A previsão é que a Ivaí inicie suas operações em agosto de 2022. O prazo de concessão está previsto para encerrar em agosto de 2047.

Os objetivos desta concessão é servir de reforço para atendimento ao Estado do Mato Grosso do Sul e para região do município de Guaíra – PR, além do aumento da confiabilidade do escoamento da UHE Itaipu.

Essa concessão possui controle compartilhado com a ISA Cteep e sua contabilização na TAESA será realizada via equivalência patrimonial. O seu regime fiscal utilizado é Lucro Real. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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Janaúba encontra-se em construção, e integrará o sistema de transmissão de energia elétrica dos Estados da Bahia e Minas Gerais, com 3 subestações (todas acessadas pela TAESA) e aproximadamente 542 km de 500kV de linhas de transmissão ultrapassando esses dois Estados. A previsão é que a Janaúba inicie suas operações em fevereiro de 2022. O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 2047.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica à região do Estado de Minas Gerais e Bahia, através da linha de transmissão que irá conectar a subestação Pirapora 2 à subestação Janaúba 3, e a subestação Bom Jesus da Lapa II à subestação Janaúba 3.

É uma concessão própria, onde 100% do seu resultado pré-operacional é consolidado pela TAESA. O seu regime fiscal utilizado é Lucro Real. Possui benefício SUDENE em 100% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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Lagoa Nova iniciou operação em março de 2019. O ativo encontra-se no Estado do Rio Grande do Norte, com aproximadamente 28 km de 230kV e 69kV de linhas de transmissão e 2 subestações (1 própria e 1 acessada pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 11 de agosto de 2047.

O circuito duplo de linhas de transmissão em 230 kV que interliga as SE Lagoa Nova e a SE Currais Novos foram adquiridos em 13 de março de 2020, quando houve a transferência da operação das instalações em tempo real para a TAESA, após os ajustes e testes requeridos para continuidade e disponibilidade dos ativos. Há conexões com a distribuidora COSERN atendendo cargas locais e melhorando a eficiência do SIN no Estado do Rio Grande do Norte.

É uma concessão própria (100% consolidada pela TAESA) e o seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 3,65% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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Lumitrans entrou em operação em outubro de 2007. A operação se encontra nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul com aproximadamente 40 km de 525kV de linhas de transmissão e 2 subestações (todas acessadas pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para se encerrar em fevereiro de 2034.

Os objetivos desta concessão são reforçar o suprimento de energia elétrica na região Sul, interligar as subestações de Machadinho e Campos Novos e oferecer maior confiabilidade nas operações do SIN.

A TAESA possui participação indireta de 39,99% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: EATE (80,0%) – Participação direta da TAESA de 49,98%, Alupar (15,0%), e Auto Invest (5,0%).

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Mariana iniciou a operação em 25 de maio de 2020, e integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado de Minas Gerais com aproximadamente 82 km de 500kV de Linhas de transmissão e 2 subestações (todas acessadas pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 2 de maio de 2044.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica à região do Estado de Minas Gerais, através da linha de transmissão que conecta a subestação Itabirito 2 à subestação Vespasiano 2.

É uma concessão própria, onde 100% do seu resultado pré-operacional é consolidado pela TAESA. O seu regime fiscal utilizado é Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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Miracema iniciou a operação em 27 de dezembro de 2019, e integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado do Tocantins com aproximadamente 90 km de 230kV e 500kV de linhas de transmissão e 3 subestações (2 próprias e 1 uma acessada pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 27 de junho de 2046.

O primeiro trecho LT Miracema – Lajeado (circuito 2), tensão de 500kV e 30 km de extensão, do empreendimento foi energizado em 30 de setembro de 2019. Já as últimas energizações do empreendimento, que englobavam o novo trecho LT 230kV Lajeado – Palmas (circuito duplo) com aproximadamente 60 km de extensão, a nova subestação de Palmas onde foram conectadas as linhas de transmissão da distribuidora local, e a adequação do trecho LT 500kV Miracema – Lajeado (circuito 1) com a subestação Lajeado foram concluídos em 29 de novembro de 2019.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica à região do Estado de Tocantins, através das linhas de transmissão que conectando a subestação Miracema à subestação Lajeado e da subestação Lajeado à subestação Palmas.

É uma concessão própria, onde 100% do seu resultado pré-operacional é consolidado pela TAESA. O seu regime fiscal utilizado é Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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Munirah entrou em operação em outubro de 2005, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado da Bahia, com aproximadamente 106 km de 500kV de linhas de transmissão e 2 subestações (1 própria e 1 acessada pela TAESA). Esta concessão possui sinergia com a TSN. O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 18 de fevereiro de 2034.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica à região do Estado da Bahia, através das linhas de transmissão que irão conectar a subestação Camaçari II à subestação Sapeaçu.

É uma concessão própria (100% TAESA – incorporada à Holding) e o seu regime fiscal é o Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDENE em 84% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

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Novatrans entrou em operação em junho de 2003, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica que interliga as regiões Norte e Sudeste, com aproximadamente 1.278 km de 500kV de Linhas de Transmissão e 6 subestações (todas acessadas) passando pelos Estados do Maranhão, Tocantins e Goiás. É a concessão com a maior quilometragem de linhas de transmissão da TAESA, possuindo sinergia com TSN, ATE II e ATE III. O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 20 de dezembro de 2030.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica nas regiões Norte e Sudeste, através das linhas de transmissão que irão conectar a subestação Imperatriz à subestação Samambaia, passando pelas subestações de Colinas, Miracema, Gurupi, e Serra da Mesa.

Esta concessão também se destaca por ter em suas instalações oito (8) bancos de Capacitores Série que operam em modo fixo e variável e dez (10) bancos de reatores. Em 21 de outubro de 2019 conclui-se o reforço da concessão referente à resolução autorizativa REA 6306/17 e respectivamente em 28 de Outubro e 18 de novembro de 2019 conclui-se o reforço da concessão referente à resolução autorizativa REA 6369/17, cumprindo o prazo exigido pela ANEEL e adicionando uma RAP de R$ 38,1 milhões para o ciclo 2019-2020, a partir da data de energização de cada instalação (pro-rata). O projeto constitui-se na recapacitação de quatro (4) Bancos de Capacitores Série 500kV nas linhas de transmissão (LT) Miracema-Gurupi C2 e Serra da Mesa-Gurupi C2, com objetivo de permitir o aumento na capacidade de transferência de energia entre as regiões Norte, Nordeste e Sudeste pela Interligação Norte-Sul, antes limitada pela corrente nominal dos bancos de capacitores série.

É uma concessão própria (100% TAESA – incorporada à Holding) e o seu regime fiscal é o Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDAM em 73% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

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NTE entrou em operação em janeiro de 2004, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica dos Estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba, com aproximadamente 383 km de 230kV e 500kV de linhas de transmissão e 4 subestações (todas acessadas pela TAESA) atravessando esses 3 Estados. O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 21 de janeiro de 2032.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica nos Estados de Alagoas, Pernambuco e Paraíba, através das linhas de transmissão de 500kV que irão conectar a subestação Xingó (Alagoas) à subestação Angelim (Pernambuco), e das linhas de transmissão de 230kV que irão conectar a subestação Angelim à subestação Campina Grande (Paraíba).

É uma concessão própria (100% TAESA – incorporada à Holding) e o seu regime fiscal é o Lucro Real. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

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Paraguaçú, empreendimento em construção, referente ao lote 3 do leilão de transmissão ANEEL nº013/2015 (parte 2) de outubro de 2016, está localizado nos Estados de Minas Gerais e Bahia, com extensão de 338 km de 500kV de linhas de transmissão e 2 subestações (Todas acessadas pela TAESA). O prazo estipulado pela ANEEL para energização de Paraguaçú é fevereiro de 2022. O prazo de concessão está previsto para encerrar em fevereiro de 2047.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica às regiões dos Estados de Minas Gerais e da Bahia, através da linha de transmissão que irá conectar a subestação Poções III à subestação Padre Paraíso 2.

Essa concessão possui controle compartilhado com a ISA Cteep e sua contabilização na TAESA será realizada via equivalência patrimonial. O seu regime fiscal utilizado é Lucro Real e possui benefício fiscal SUDENE em 100% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 1,65% e 7,60% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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PATESA entrou em operação em setembro de 2004, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado de Rio Grande do Norte, com aproximadamente 146 km de 230kV de linhas de transmissão e 4 subestações (todas acessadas pela TAESA) somente nesse Estado. O prazo de concessão está previsto para encerrar em 11 de dezembro de 2032.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica no Estado de Rio Grande do Norte, através das linhas de transmissão que irão conectar a subestação Paraíso à subestação Açú.

É a concessão própria (100% TAESA – incorporada à Holding) com regime fiscal de Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDENE em 100% da sua área O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

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Sant’Ana encontram-se em fase de projeto. O empreendimento fica no Estado do Rio Grande do Sul, com aproximadamente 591 quilômetros de 230kV de linhas de transmissão e 6 subestações (3 próprias e 3 acessadas pela TAESA). O prazo de concessão se encerrará em março de 2049. As novas linhas de transmissão viabilizarão a conexão de novos parques eólicos na região.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica no Estado de Rio Grande do Sul, através das linhas de transmissão que irão conectar as subestações Livramento 3, Maçambará, Santo Ângelo, Maçambará 3, Santo Ângelo C1 e Santo Ângelo C2.

É uma concessão própria, onde 100% do seu resultado pré-operacional é consolidado pela TAESA. O seu regime fiscal utilizado é Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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São Gotardo entrou em operação em março de 2014, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado de Minas Gerais, com 1 subestação de 345kV acessada pela TAESA. A TAESA não realiza Operação e Manutenção das linhas de transmissão desta concessão. O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 27 de agosto de 2042.

O objetivo desta concessão é conectar unidades transformadoras, entradas de linha e interligação de Barras. Esta concessão também se destaca por ter em suas instalações um transformador trifásico defasador.

É uma concessão própria (100% consolidada pela TAESA) e o seu regime fiscal utilizado é Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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São João iniciou operação em agosto de 2016. O ativo encontra-se no Estado do Piauí, com aproximadamente 413 km de 500kV de linhas de transmissão e 2 subestações (1 própria e 1 acessada pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 01 de agosto de 2043.

O objetivo dessa concessão é reforçar o sistema de transmissão da região Norte – Nordeste para escoar parte da Energia gerada na UHE Belo Monte, aumentando a capacidade de transmissão da região Nordeste em regime normal ou em contingências, aumentando a confiabilidade do SIN.

É uma concessão própria (100% consolidada pela TAESA) e o seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 3,65% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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São Pedro iniciou operação em maio de 2017. O ativo encontra-se nos Estados da Bahia e Piauí, com aproximadamente 494 km de 500kV, 230kV, 69kV e 13,8kV de linhas de transmissão e 6 subestações (2 próprias e 4 acessadas pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 09 de outubro de 2043.

Esta concessão visa atender o aumento de carga das distribuidoras da Cepisa – PI e da Coelba – BA, com reforço da capacidade de controle do sistema por meio da instalação de um Compensador Estático Variável na SE Eliseu Martins. A ANEEL publicou também em 2018 e 2019 Resoluções que autorizam São Pedro implantar reforços que ampliarão a RAP da transmissora, conforme REA 7540/18 na SE Rio Grande II, com operação comercial prevista para Jun/2020 e a REA 8091/19 na SE Barreiras II para Ago/2021, ambos no Estado da Bahia.

É uma concessão própria (100% consolidada pela TAESA) e o seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 3,65% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

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STC entrou em operação em novembro de 2007. A operação se encontra no Estado de Santa Catarina com aproximadamente 230 km de 230kV de linhas de transmissão e 4 subestações (2 próprias e 2 acessadas pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em abril de 2036.

Os objetivos desta concessão são implantar as subestações de Lajes e de Rio do Sul interligando-as à subestação Barra Grande (Anita Garibaldi), reforçar o suprimento de energia elétrica na região e assegurar maior confiabilidade nas operações do SIN.

A TAESA possui participação indireta de 39,99% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP deve ser acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: EATE (61,55%) – Participação direta da TAESA: 49,98%, Alupar (20,0%) e ENTE (18,45%) – Participação direta da TAESA: 49,99%.

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STE entrou em operação em junho de 2004, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica do Estado do Rio Grande do Sul, com aproximadamente 389 km de 230kV e 4 subestações (todas acessadas pela TAESA) e Linhas de Transmissão somente nesse Estado. As Linhas de transmissão cobrem, com nível de tensão igual a 230kV, contendo 4 subestações, sendo todas acessada pela TAESA somente nesse Estado. O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em 19 de dezembro de 2032.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica no Estado de Rio Grande do Sul, através das linhas de transmissão que irão conectar as subestações Uruguaiana, Santa Rosa, Maçambará, e Santo Ângelo.

É uma concessão própria (100% TAESA – incorporada à Holding) e o seu regime fiscal é o Lucro Real. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

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Transirapé entrou em operação maio de 2007. A operação se encontra no Estado de Minas Gerais, com aproximadamente 61 km de 230kV de linhas de transmissão e 2 subestações (1 própria e 1 acessada pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em março de 2035.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica no Estado de Minas Gerais através das linhas de transmissão de energia elétrica da rede básica do Sistema Elétrico Interligado – LT Irapé – Araçuaí.

A TAESA possui participação total de 54,0% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: Transminas (41,0%), TAESA (49,0%), e EATE (10%) – Participação direta da TAESA: 49,98%.

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A Transleste iniciou operação em dezembro de 2005. A operação se encontra no Estado de Minas Gerais, com aproximadamente 139 km de 345kV de linhas de transmissão e 2 subestações (1 própria e 1 acessada pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em fevereiro de 2034.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica no Estado de Minas Gerais através das linhas de transmissão de energia elétrica da rede básica do Sistema Elétrico Interligado LT Montes Claros – Irapé.

A TAESA possui participação total de 54,0% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: Transminas (41,0%), TAESA (49,0%), e EATE (10,0%) – Participação direta da TAESA: 49,98%.

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Transudeste iniciou operação em fevereiro de 2007. A operação se encontra no Estado de Minas Gerais, com aproximadamente 140 km de 345kV de linhas de transmissão e 2 subestações (todas acessadas pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado em março de 2035.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica no Estado de Minas Gerais através das linhas de transmissão de energia elétrica da rede básica do Sistema Elétrico Interligado LT Itutinga – Juiz de Fora.

A TAESA possui participação total de 54,0% nessa concessão e sua contabilização na TAESA é realizada via equivalência patrimonial (classificada como coligada). O seu regime fiscal é o Lucro Presumido. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

Controladores: Transminas (41,0%), TAESA (49,0%), e EATE (10,0%) – Participação direta da TAESA: 49,98%.

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TSN entrou em operação em março de 2003, e atualmente integra o sistema de transmissão de energia elétrica que interliga as regiões Sudeste e Nordeste, com aproximadamente 1.139 km de 230kV e 500kV de linhas de transmissão, atravessando os Estados da Bahia e Goiás, e 8 subestações (4 próprias e 4 acessadas pela TAESA). O prazo desta concessão está previsto para ser encerrado 20 de dezembro de 2030.

O objetivo desta concessão é atender ao fornecimento de energia elétrica dos Estados da Bahia e Goiás até o seu litoral, através das linhas de transmissão que irão conectar as subestações Correntina, Bom Jesus da Lapa II, Ibicoara, Governador Mangabeira II, Serra da Mesa, Rio das Éguas, Governador Mangabeira, e Bom Jesus da Lapa. É a concessão com a maior quantidade de subestações próprias e que apresenta sinergia com a Novatrans e Munirah.

Esta concessão também se destaca por ter em suas instalações 2 Compensadores Estáticos e 11 bancos de reatores.

É uma concessão própria (100% TAESA – incorporada à Holding) e o seu regime fiscal é o Lucro Real. Possui benefício fiscal SUDENE em 84% da sua área. O PIS e COFINS relacionados são de 0,65% e 3,0% (RAP já está acrescida de PIS/COFINS).

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